Esse blog foi criado com objetivo de aprender mais sobre a educação a distancia e como requisito para avaliação na disciplina de sistemas em Ead.
domingo, 20 de março de 2011
segunda-feira, 14 de março de 2011
Imagem da minha infância

Aqui está a imagem que muito se fez presente em boa fase da minha infância: A boneca barbie em seu salão de beleza.
Nossa como eu desejei ter essa boneca, seus acessórios e tudo mais que levasse o nome dela.
Infelizmente, por motivos variados meus pais não puderam me presentear, assim tentava me satisfazer brincando as de minhas amigas, primas ...porém, sempre quando finalizava as doces tardes de brincadeira batia-me um vazio por não poder levá-la comigo e tê-la para pelo menos contemplar tamanha beleza quando estivesse lá imóvel, sem vida na estante de brinquedos do meu quarto.
Enfim, dessa forma passei boa parte de minha infância. Quando completei 13 anos consegui vencer meus pais pelo cansaço, mas ao ganhá-la senti que o encanto tinha se acabado, então a boneca e seu salão ficaram em minha estante como um troféu pela conquista de meu maior desejo.
Deise Santos do Nascimento
domingo, 13 de março de 2011
Nivea Leite
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
A importância do planejamento para a produção de conteúdos para EaD
Na EAD não se tem a relação permanente face a face entre professores e alunos, que supostamente indicaria maior facilidade de comunicação bidirecional ou multidirecional. Porém, a educação presencial não garante esse tipo de comunicação. Observa-se, por exemplo que, na educação tradicional, a comunicação segue um modelo unidirecional e autoritário. Somente uma educação baseada no diálogo garantiria a troca entre professor/alunos, alunos/alunos.
Assim, pode-se dizer que o processo de comunicação é definido muito mais pela abordagem pedagógica que pelos supostos limites originados pela distância. Segundo Moore (1996), por intermédio das mídias utilizadas, sejam elas material impresso, rádio, televisão, redes de computadores entre outras, é possível conduzir uma comunicação dinâmica entre professores e aprendizes. Tudo dependerá portanto da clareza pedagógica e consequentemente do cuidado no planejamento e elaboração de estratégias que garantam esta comunicação.
Laaser (1997), por exemplo, ao discutir a aprendizagem ativa, enfatiza a importância do planejamento em seus mínimos detalhes na elaboração de todo material didático para garantir o diálogo.
“...os elaboradores devem escrever de modo a estarem, continuamente, conversando com o aluno, em um diálogo amigável e encorajador. Esse diálogo deve incluir aconselhamento a respeito do que fazer e de como fazer, ou seja, deve servir de encorajamento para os alunos, reforço e incentivo”. (p.76)
Os modelos desenvolvidos com a utilização de mídias integradas são, portanto, um avanço, pois incorporam múltiplas possibilidades de representações, incorporando o conteúdo com a promoção efetiva do diálogo entre todos os participantes. Essa integração facilita o rompimento com a unidirecionalidade da comunicação tradicional.
Possibilitar, pois, um ambiente de interação e colaboração, no qual o respeito por cada um seja a abertura para o diálogo permanente no processo de construção do conhecimento é, certamente, um desafio a ser enfrentado na tentativa de fazer da EAD um canal aberto que leve o aprendiz a interagir, definindo e redefinindo junto ao professor e demais aprendizes o processo educacional.
Enfim, o entendimento de que sem diálogo não podemos falar de interação, colaboração e de relações cooperativas, deve estar claro e internalizado por todos os envolvidos em práticas educacionais: coordenadores, planejadores, executores, tutores, monitores, professores, alunos; tanto na modalidade a distância, quanto na presencial.
Mediação e Mediatização em EaD
A mudança do paradigma da educação para uma sociedade aprendente trouxe em seu bojo a criação do sujeito tecnológico ou midiático. Essa mudança altera a relação entre professor e aluno para uma relação muito mais interativa. O conhecimento foi bastante democratizado, mas ainda há que se discutir a questão do acesso às novas tecnologias, que são essenciais nesse novo modelo, mas que ainda é bastante restrito. Nesse novo paradigma, o professor passa a ter um papel muito mais de mediador do conhecimento que de detentor do conhecimento.
Em EaD, essas mudanças são mais patentes. Muda a mediação, que é a ação do professor no processo de ensino-aprendizagem e, também, a mediatização, que é a utilização das tecnologias para a transmissão de conteúdos.
Nesse momento, é importante que se discuta a competência do professor para mediar/mediatizar o ensino-aprendizagem e, também, a competência do aluno para a autonomia requerida para o aprender nessa modalidade.
A comunicação entre professor e aluno pode ser efetivada por mídias diversas: TV, vídeo, computador ou material impresso. Mas todas elas exigem planejamento e execução com o objetivo de transformar conteúdos em unidades de sentido para o aluno. E para que isso se concretize é necessário saber ler, saber escrever. É preciso ter consciência de que o sentido do texto não está no próprio texto, mas na cabeça de quem escreve ou lê o texto.
Para a comunicação acontecer de forma dinâmica e cíclica, é necessário que o emissor seja também receptor e que o receptor seja emissor. Esse é o ideal a ser atingido em um modelo em que os atores do processo ensino-aprendizagem constroem juntos, na alternância de papéis, o conhecimento. É a comunicação não hierarquizada entre os sujeitos da aprendizagem (modelo complexo de comunicação) na qual se baseiam as comunidades colaborativas de aprendizagem.
Ao se comunicar com o aluno durante o processo ensino-aprendizagem, o professor tem uma intenção, que é levar o aluno a produzir um determinado conhecimento. E para que isso ocorra, é importante que não haja problemas de comunicação, que o código utilizado pelo professor seja compreendido pelo aluno. Daí a o cuidado ao se elaborar o material para EaD.
A escolha do processo de comunicação deve levar em conta a percepção que o aluno tem do conteúdo a ser trabalhado, a expectativa dele em relação à disciplina ou ao curso e, também, o seu envolvimento com a matéria, porque a motivação para aprender vem da forma como a comunicação ocorre dentro do curso.
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
A utilização de mapas conceituais na Educação a distância
São utilizados para auxiliar a ordenação e a seqüenciação hierarquizada dos conteúdos de ensino, de forma a oferecer estímulos adequados ao aluno. Mapas Conceituais podem ser usados como um instrumento que se aplica a diversas áreas do ensino e da aprendizagem escolar, como planejamentos de currículo, sistemas e pesquisas em educação.
A proposta de trabalho dos Mapas Conceituais está baseada na idéia fundamental da Psicologia Cognitiva de Ausubel que estabelece que a aprendizagem ocorre por assimilação de novos conceitos e proposições na estrutura cognitiva do aluno. Novas idéias e informações são aprendidos, na medida em que existem pontos de ancoragem. Aprendizagem implica em modificações na estrutura cognitiva e não apenas em acréscimos. Segundo esta teoria, os seguintes aspectos são relevantes para a aprendizagem significativa:
Nesta perspectiva parte-se do pressuposto que o indivíduo constrói o seu conhecimento partindo da sua predisposição afetiva e seus acertos individuais. Estes mapas servem para tornar significativa a aprendizagem do aluno, que transforma o conhecimento sistematizado em conteúdo curricular, estabelecendo ligações deste novo conhecimento com os conceitos relevantes que ele já possui. Esta teoria da assimilação de Ausubel, como uma teoria cognitiva, procura explicar os mecanismos internos que ocorrem na mente dos seres humanos. A referida teoria dá ênfase à aprendizagem verbal, por ser esta predominante em sala de aula. Mapas conceituais podem ser utilizados como: Como uma ferramenta de aprendizagem, o mapa conceitual é útil para o estudante, por exemplo, para:
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segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Vantagens e Desvantagens da Educação à Distância no Brasil
☺Alternativa aos problemas sócio-econômicos da educação
☺Reforço da aprendizagem continuada
☺Indução ao autodidatismo e autonomia na aprendizagem
☺Mais economia
Todo esse conjunto de vantagens, favorecem à educação nacional, proporcionando a formação de indivíduos mais interessados no seu desenvolvimento pessoal e na sua contribuição com a sociedade. Alías, atualmente, é uma exigência do mundo globalizado, o desenvolvimento das competências individuais, principalmente no âmbito intelectual e da informática, visto que a informatização é utilizada em escala mundial. Além dos conhecimentos didáticos,o aluno adquiri autonomia, pois ele será responsável por seu desenvolvimento, muito mais que no ensino presencial, e também há o reforço da aprendizagem continuada, pois aprender é um exercício constante.
As Desvantagens:
☻algumas aulas presenciais, o que inviabiliza o estudo para algumas pessoas
☻qualidade dos conteúdos programáticos e algumas instituições
☻ Desvalorização das certificações
☻ Descontextualização
☻ Evasão dos cursos entre 60% e 90%
A presença para a realização de provas precisa ser desconsiderada, é necessário deixar o preconceito e principalmente as instituições assumirem que essa é uma forma educativa sim. Se houverem “pormenores”, haverá a inviabilização do estudo para algumas pessoas,que devido a falta de tempo para freqüenta-lo se evadirão do curso.
Qualidade, é a proposta da Ldb, sendo assim os meios governamentais, deverão fiscalizar as entidades que aproveitam-se da ”onda” e colocam cursos, sem interesse pedagógico e muito caros no mercado.
Ainda no Brasil, há um preconceito em relação ás novas concepções pedagógicas, leia-se, com auxílio da informática em um contexto moderno, onde informação faz parte do “capital” do ser humano, do seu valor social.
O curso de ead, assim como qualquer outro, precisa verificar a realidade do aluno, é necessário questionar o mesmo, no intuito de saber, o seu grau cognitivo.
A ABED (Associação Brasileira de Educação à Distância) verificou que na América do Sul a evasão da ead especificamente ocorre porque em outras regiões essa alternativa educativa é amplamente divulgada, além de ter um investimento maior que nos países latinos.
Essa evasão é devido á qualidade dos cursos, a desvalorização do mercado em relação aos certificados e a falta de motivação do aluno.
Somente quando as pessoas conscientizarem-se da importância de sua atitude pessoal em relação á aquisição de conhecimento aliada ás tecnologias, é que a ead terá uma procura e valorização maior.
Bibliografia:
LDB fácil, CARNEIRO, Moaci Alves,Vozes, Petrópolis 2003
Seed- Secretaria de Educação á Distância http://portal.mec.gov.br/seed/
ABED-Associação Brasileira de Educação à Distância
http://www.abed.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?tpl=home&UserActiveTemplate=4abed

